9 de out de 2008

O (re)torno à Antiguidade

OS DEDOS

paulina veste vermelho
doida de pedra

Trazíbulo Henrique Pardo Casas (1957), poeta e contista. Poema publicado na 20ª Edição da Revista Hera.

Dois versos. Um par de linhas para derrubar um conceito mil vezes mais versificado, que trazia comigo desde que aprendi a ler. Onde estava a poesia, Ricardo? Na rima? Na métrica?  A mulher de vermelho apontou OS DEDOS na direção da Grécia e me disse: Vai lá, gago! Criação, ação, fabricação, confecção. Poiesis, Poesia. Foi aí que livrei Paulina da camisa de força e percebi que era eu o doido de pedra.

Dona Maria I (A louca)

4 comentários:

Flá Absolut disse...

Nussa, e o melhor é que estava usando vermelho...... hauhaahuaha, cor forte, de mulher PODEROSA

Flá Absolut disse...

Olha eu aqui de novo ^^

vou ler outro post do seu blog ;)

Lipe. disse...

Muito interessante, gostei demais do seu blog, sempre que puder voltarei aqui, sou iniciante nessa blogosfera, e já deu pra aprender muito só de olhar seu blog. Parabéns, esta muito bom!

Levanta Creuza disse...

Ai, fiquei confuda, acho que eu sou doida de pedra haha
Bjocas