10 de jul de 2009

L.S. Maxwell - Caso 7 (segunda temporada)

Sou detetive particular e na manhã de treze de janeiro de noventa e dois fui acordado por dezoito badaladas violentas na campainha da minha casa. Levantei irritado, pois estava tendo mais um daqueles sonhos em que Pamela Anderson me pede em casamento em troca de uma porção de mini marshmallows. Quando abri a porta vi uma Senhora F. muito transtornada que me pediu para investigar o desaparecimento do seu marido, o senhor F.
Eu sabia que me meteria numa encrenca do tamanho do iceberg que afundou o Titanic, pois, depois que se aposentou do serviço de inteligência da polícia, o Senhor F. têm cultivado teorias conspiracionais mais cabeludas que o King Kong. Contudo, as lágrimas da Senhora F. me convenceram a investigar o caso (as cem mil pratas que ela me ofereceu foram apenas um detalhe que não se refletiu em minha samaritana decisão).
No escritório do maluco, digo, do Senhor F., encontrei todas as provas que necessitava para solucionar o caso. Sob sua escrivaninha, recortes de jornal com o cheiro da minha tia-avó e uma câmera semi-profissional denunciavam o motivo do seqüestro do infeliz: Elvis não morreu, McCartney sim.


Gravura de John John Jesse (link)

4 comentários:

Plutonauta disse...

surreal essa sua narrativa ..... eu viajei !!!!!

Antonoly disse...

Essa gravura está muito louca, só de olhar já se fica doidão rsrsrrsrs.

Caio Rudá disse...

Michael ainda vive, e eu, senhor CRdO, o contrato para descobrir o paradeiro do corno de Billie Jean.

cristinasiqueira disse...

Uau!

Sou eu ou a gravura?
Linda maré do cigarro fake
Gostei.

Até mais,

Cris